Indy 300
A prova ocorre nos dias 13 (treinos) e 14 (corrida) de março, e é a primeira da categoria em um circuito de rua na América do Sul. O número 300 no nome refere-se aos 313,5 km da corrida – 75 voltas em um circuito de 4.180 metros.
Quando o desenho do circuito foi divulgado, dias atrás, fiquei algo desapontado – mas não surpreso, já que há décadas a regra é termos competições automobilísticas em pistas chatas, e os desenhos prévios já mostravam que não seria diferente desta vez. (Claro que isso não me impediu de carregar o Google Maps e sonhas com longos traçados que passam por cima do rio Tietê e tudo.)
O traçado oficial corre no sentido horário, e aquele retão da marginal tem 1.500 m. No mapa isso não é destacado, mas no vídeo é possível notar que aparentemente a entrada dos boxes é na segunda reta, após a sequência de “esses” (as quatro curvas iniciais em zigue-zague), e a saída fica duas curvas depois (em uma posição que pode ser perigosa, a depender do contorno dos carros na curva imediatamente anterior).
No total, são 11 curvas (sete para a direita, quatro para a esquerda), e a velocidade máxima deve chegar a 310 km/h. O tempo da volta é estimado em cerca de 1min15s.
Os ingressos serão vendidos a partir de 1º de fevereiro pelo site oficial e pelo Livepass, informa Fábio Seixas, e custarão de R$ 100 a R$ 500 (meia-entrada de R$ 50 a R$ 250).
Agora, já pensou se ocorre isto? (Para quem não conhece São Paulo, as pontes da Bandeira e da Casa Verde e o Campo de Marte ficam bem ao redor do circuito da prova.)
Acho que o circuito não entrará no Gran Turismo 5, mas bem que poderia ser lançado como conteúdo para download. Se o game tiver clima variável durante as corridas, poderia até ocorrer uma inundação no meio da prova.
[São Paulo Indy 300, Fábio Seixas, Grande Prêmio; agradecimentos a Cabelo pela dica do vídeo]